Depois dos tambores,
quem pode contar uma história
sem o estrondo?


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A potência do seu rosto,
desfigurada e
(pausa)
Tende ao zero ou ao infinito
este sofá no meio da sala?
Sente-se, arrombe as paredes,
diga que vê uvas nos quadros pendurados
nos tijolos destroçados, deitados ao chão.
Faremos um suco, que apodrecerá em vinho.
E você verá fantasmas, e vai me perguntar
E você? E você? Você coleciona amigos
imaginários
traições & etc.
& amores saudáveis, amores suco-de-acerola.
Você vive orgânico, me dirá,
sem muito problema,
e eu Não.
Não vejo fantasmas;
são todos iguais.
(pausa dramática)
Nada de sucos & vitaminas;
amores como laptops abertos, quase sem bateria.


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